segunda-feira, 15 de março de 1993

Nada é Para Sempre

Título original: A River Runs Through It
País: EUA
Ano: 1992
Gênero: Drama
Duração: 123 min
Direção: Robert Redford
Elenco: Brad Pitt, Craig Sheffer, Emily Lloyd, Brenda Blethyn, Tom Skerrit, Edie McClurg, Stephen Shellen, Vann Gravage, Nicole Burdette e Susan Traylor.

Sinopse: baseado num romance autobiográfico de Norman Maclean. O livro conta a história do autor, e sua criação religiosa de filho de pastor presbiteriano na Montana do início do século XX. Desde a infância, Norman (Craig Sheffer) viveu à sombra de Paul (Brad Pitt), o irmão mais novo. E ambos receberam do pai as noções de vida e amor por meio da pesca. Já adultos, Norman virou um homem respeitável e Paul, um jornalista sempre às voltas com encrencas de toda espécie.
Crítica: com uma adaptação bem feita do romance, a trama aborda a complexidade dos sentimentos em relações familiares.
Bastante sensível e com boas atuações, a história envolve (apesar de ser um pouco lento).
Tem, também, uma belíssima fotografia.
Avaliação: ***

Read more...

quinta-feira, 25 de fevereiro de 1993

Os Imperdoáveis

Título original: Unforgiven
País: EUA
Ano: 1992
Gênero: Faroeste
Duração: 135 min
Direção: Susanne Bier
Elenco: Clint Eastwood, Gene Hackman, Morgan Freeman, Richard Harris, Jaimz Woolvett, Saul Rubinek, Frances Fisher, Anna Levine e Rob Campbell.

Sinopse: no Velho Oeste, a história de um ex-criminoso que volta à ativa para sustentar a família. A violência de Bill Munny (Clint Eastwood) é lendária, mesmo tendo abandonado o crime há um bom tempo. Seu retorno provoca o orgulho de um xerife corrupto e obriga Munny a dar novos rumos a seus planos. Os conflitos morais que se seguem dão uma visão nua e crua do Velho Oeste.
Crítica: em 1992, Clint Eastwood lançou sua homenagem ao gênero que o consagrou. O longa-metragem veio num momento em que os fãs do faroeste já andavam impacientes, além de marcar o retorno triunfal de Clint. O filme foi dedicado a Sergio Leone, seu grande mentor, que o iniciou na carreira de ator.
“Os Imperdoáveis” é um faroeste eficiente, que foge dos clichês e, ainda, atualiza o gênero com um roteiro esperto, mas sem abrir mão do clássico western.
Clint, nesse trabalho, critica o mito do herói hollywoodiano desde o início. Não há personagens fúteis, com seus afazeres banais e suas vidinhas mais ou menos. Aqui, o diretor traça um perfil sujo, violento e cruel, mas acima de tudo realista, mostrando o que todo mundo sabe que existiu, porém que a grande indústria televisiva norte-americana insiste em transformar em lenda. Algo tipicamente hollywoodiano, já que os americanos precisam de um herói.
O filme conta uma história simples, com objetivo centrado e roteiro inteligente. Quando o filme começa, Will Munny (Eastwood) já é um ex-pistoleiro. Viúvo (mas com grande respeito por sua finada esposa), vivendo uma vida pacata cuidando dos seus filhos, Munny não tem mais motivos para sorrir. Até que o jovem Scholfield Kid (Jaimz Woolvett) aparece no rancho propondo o seguinte: matar dois vaqueiros que retalharam o rosto de uma prostituta. Como recompensa eles ganhariam a bolada de 1000 dólares. Para tanto, Munny chama seu parceiro Ned (Morgan Freeman). Os três partem em busca dos detratores, mas antes precisam enfrentar a violência do xerife Bill (Gene Hackman).
O texto retrata os personagens como eles são: não-cultos, todavia com "leis" próprias que são seguidas à risca. O dinamismo e o realismo nas interpretações são a peça-chave da história. Aliado à ótima direção, o elenco ganha destaque. O próprio Clint, por exemplo, tem um dos seus melhores desempenhos como ator, captando exatamente a essência do personagem. Morgan Freeman está tão bem que em diversos momentos "pedimos" sua presença em cena. Gene Hackman repete a boa performance do seu filme anterior, O Julgamento Final, como o xerife mal-encarado, enquanto o Richard "Dumbledore" Harris esbanja seu talento.
A fotografia cria uma atmosfera perfeita para as cenas dramáticas, passando a idéia de que somos nós que estamos na mira da espingarda. O filme despertou um gênero fundamental para o cinema que há tempos estava adormecido. Uma bela homenagem aos seus mestres!
Curiosidade: indicado a nove Oscars, em 1993, tendo ganho os de Melhor Filme, Direção, Ator Coadjuvante (Gene Hackman) e Edição.
Avaliação: ****

Read more...

domingo, 20 de setembro de 1992

O Silêncio dos Inocentes

Título original: The Silence of the Lambs
País: EUA
Ano: 1991
Gênero: Suspense
Duração: 114 min
Direção: Jonathan Demme
Elenco: Jodie Foster, Anthony Hopkins, Scott Glenn, Lawrence A. Bonney, Kasi Lemmons, Lawrence T. Wrentz, Anthony Heald, Frankie Faison, Stuart Rudin, Leib Lensky, Kenneth Utt, Diane Baker, Pat McNamara, Don Butlen, Masha Skorobogatov, Brooke Smith e Ted Levine.

Sinopse: baseado no livro de Thomas Harris. Agente do FBI (Jodie Foster) é destacada para encontrar assassino que arranca a pele de suas vítimas. Para entender como ele pensa, ela procura um periogoso psicopata (Anthony Hopkins), encarcerado sob a acusação de canibalismo.
Crítica: um dos melhores thrillers psicológicos já realizados. Tudo no filme contribui: as excelentes atuações, sobretudo de Anthony Hopkins, uma direção perfeita e um roteiro brilhante. Imperdível para os amantes do suspense.
Curiosidade: em 1992, vencedor de 4 Oscars: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Anthony Hopkins) e Melhor Atriz (Jodie Foster).
esse filme possui as sequências Hannibal, Dragão Vermelho e Hannibal – A Origem do Mal.
Avaliação: ****

Read more...

Bilheterias Brasil - TOP 10

Seguidores

  © Blogger templates Newspaper III by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP