sábado, 17 de janeiro de 2015

Era uma Vez em Nova York (The Immigrant)

País: EUA
Ano: 2014
Gênero: Drama
Duração: 94 min
Direção: James Gray
Elenco: Marion Cotillard, Joaquin Phoenix, Jeremy Renner, Dagmara Dominczyk, Angela Sarafyan e Antoni Corone.

Sinopse: em 1921, as irmãs polonesas Magda (Angela Sarafyan) e Ewa Cybulski (Marion Cotillard) partem em direção a Nova Iorque, em busca de uma vida melhor. Mas, assim que chegam, Magda fica doente e Ewa, sem ter a quem recorrer, acaba nas mãos do cafetão Bruno (Joaquin Phoenix), que a explora em uma rede de prostituição. A chegada de Orlando (Jeremy Renner), mágico e primo de Bruno, mostra um novo amor e um novo caminho para Ewa, mas o ciúme do cafetão acaba provocando uma tragédia.

Crítica: James Gray é considerado um dos cineastas mais promissores da atualidade e, por isso mesmo, as expectativas sobre seu trabalho são sempre aumentadas.
“Era uma Vez em Nova York” é um melodrama que retrata a típica história do imigrante em busca do sonho americano que se depara com uma realidade inesperada, resultando em uma vida bastante sofrida.
A história acompanha Ewa Cybulski (Marion Cotillard, bem em cena), uma polonesa que, em 1921, deixa o país-natal rumo a Nova York em busca de uma vida melhor. Logo na imigração, enfrenta um grande problema: é separada da irmã, Magda (Angela Sarafyan), que enfrenta problemas de saúde. Ameaçada de ser deportada, ela consegue escapar graças à ajuda de Bruno (Joaquin Phoenix), sem saber que, na verdade, ele é um cafetão e deseja ganhar dinheiro às custas da prostituição de Ewa.
Joaquin Phoenix, como o cafetão que se apaixona por sua prostituta, convence em cena, sobretudo quando das suas explosões de raiva. Aliás, já é o quarto filme em que atua com o diretor.
O cenário e o figurino são perfeitos e recriam fielmente os anos 20.
No entanto, a trama peca pela obviedade, quando anuncia um triângulo amoroso entre Ewa, Bruno e Orlando (Jeremy Renner), mágico e primo do cafetão. Se por um lado Bruno é passional e representa o que há de pior no capitalismo selvagem americano, Orlando é a esperança de um mundo melhor. O conflito esperado entre eles que poderia atingir o clímax da história, arrasta-se lentamente e sem muitas emoções.
As atuações são ótimas, mas faltou na narrativa mais dinamismo que fosse capaz de envolver completamente o espectador. Afinal, é isso que o público espera.

Avaliação: ***

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