quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Flores (Loreak)

País: Espanha
Ano: 2014
Gênero: Drama
Duração: 109 min
Direção: Jon Garaño e José Mari Goenaga
Elenco: Nagore Aranburu, Itziar Ituño, Itziar Aizpuru e Josean Bengoetxea.

Sinopse: Ane (Nagore Aranburu) é uma mulher em crise, descontente com o marido. Um dia, ela recebe flores em sua casa, sem conhecer o autor do gesto. Aos poucos, começa a receber ramalhetes com frequência, nutrindo um afeto cada vez maior pelo correspondente anônimo. No entanto, uma tragédia envolvendo um colega de trabalho força Ane a também comprar flores, para honrar o falecido. Enquanto enfrenta o luto, ela conhece duas outras mulheres, Tere e Lourdes, respectivamente mãe e esposa do colega morto.

Crítica: os buquês de flores são o fator de mudança na vida de três mulheres, que recebem todo o foco da história – sensível e marcante.
Curioso notar o efeito que uma simples flor pode trazer à vida de alguém. Traz surpresa, expectativa e aumenta a autoestima, claro. No entanto, as flores recebidas por Ane (Nagore Aranburu) não têm cartão e só, após a morte de um colega de trabalho, Beñat (Josean Bengoetxea), é que o segredo começa a ser desvendado.
Em paralelo a isso, dúvidas surgem na vida da viúva desse colega de trabalho de Ane, Lourdes (Itziar Ituño) após a morte dele. E ela irá atrás das respostas até reconstruir sua vida ao lado de outro homem. A mãe de Beñat, Tere (Itziar Aizpuru) nunca se relacionou bem com Lourdes e encontrará consolo pela perda do filho em conversas com Ane.
As três descobrirão verdades ou “supostas” verdades sobre Beñat. O interessante é como as ações dele transformarão cada uma dessas 3 mulheres.
A direção foi criativa e inteligente ao conduzir o caminho delas para um único ponto de partida: valorizar a vida.
Uma curiosidade: o idioma do filme é basco, língua falada no País Basco, que, apesar do nome, não é um país independente, mas uma área de 20 mil quilômetros quadrados entre a Espanha e a França.

Avaliação: ****

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Pequena Juventude (Hermosa Juventud)

País: Espanha
Ano: 2016
Gênero: Drama
Duração: 98 min
Direção: Jaime Rosales
Elenco: Ingrid García Jonsson, Carlos Rodríguez, Inma Nieto e Fernando Barona.

Sinopse: Natalia (Ingrid García Jonsson) e Carlos (Carlos Rodríguez) são dois jovens apaixonados de 20 anos que lutam para sobreviver na Espanha em crise. Os limitados recursos financeiros não permitem que eles vivam como gostariam. Para ganhar um pouco de dinheiro, o casal participa de um filme pornô amador.

Crítica: a película acompanha a vida de dois jovens na Espanha para falar dos problemas sociais advindos da crise econômica que assolou (assola) a Europa. O percentual de desempregados, em particular naquele país, é altíssimo.
Sem formação acadêmica, tudo fica ainda mais complicado. Carlos vive de “bicos”, com remunerações vergonhosas e Natalia não consegue nenhum emprego. É sustentada pela mãe que tem ainda dois filhos menores, uma pequena e outro adolescente.
Juntos, Natalia e Carlos tentam até fazer um filme pornô para ganhar dinheiro. Mas a gravidez de Natalia os pega de surpresa e dificulta ainda mais a situação.  
A exemplo de outras amigas, ela quer partir para a Alemanha, onde acredita conseguir um emprego. Sua mãe está em dificuldade financeira; Carlos ganha muito pouco e ainda tem que cuidar da mãe doente; e o pai dela tem outra família e não pode colaborar com nada.
A única saída parece mesmo partir para poder mandar dinheiro e criar a filha Júlia. Porém, nem tudo sai como o esperado. O casal apaixonado verá que a vida real é bastante cruel.
Os diálogos que intercalam os acontecimentos são muito bons e atuais, questionando a crise, o apelo ao consumismo e a falta de oportunidades.
Um drama social que passa o seu recado. Excelente!

Avaliação: ***

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O Mestre dos Gênios (Genius)

País: Reino Unido/EUA
Ano: 2016
Gênero: Biografia
Duração: 104 min
Direção: Michael Grandage
Elenco: Colin Firth, Jude Law, Nicole Kidman e Laura Linney.

Sinopse: biografia de Max Perkins, um dos editores literários mais famosos do mundo. descobriu nomes fundamentais da literatura como F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e Thomas Wolfe. O filme acompanha a vida pessoal e sua relação complicada com os escritores, cujas obras foram fortemente influenciadas pelo trabalho do editor.

Crítica: a biografia de Max Perkins, além de interessante, é muito bem contada no longa. Famoso editor literário de nomes da literatura como F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e Thomas Wolfe, a película foca no seu trabalho junto a Wolfe, o que já é um ponto positivo, tendo em vista que os outros dois há tiveram suas figuras exploradas no cinema.
As atuações são bem convincentes – Colin Firth está ótimo; Jude Law nem tanto, talvez caricato em algumas cenas; e Nicole Kidman surpreende como a amante desequilibrada emocionalmente.
O filme dá acesso às obras de Wolfe, sempre imensas, e ao árduo compromisso de edição de Perkins, como também mostra as existências desses dois homens, que vivem de forma completamente distinta um do outro. A ligação entre eles é tão forte que a influência na vida particular é inevitável.
O empenho de Perkins foi fundamental para que as obras de Wolfe se tornassem conhecidas, como Look Homeward, Angel (1929) e Of Time and the River (1935). Wolfe era conhecido por misturar prosa extremamente original, poética, musical e impressionista com uma escrita autobiográfica. Seus livros, escritos e publicados dos anos 20 aos anos 90 refletem vividamente sobre a cultura americana.

Avaliação: ***

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Amnésia (Amnesia)

País: Suíça/França
Ano: 2016
Gênero: Drama
Duração: 100 min
Direção: Barbet Schroeder
Elenco: Marthe Keller, Max Riemelt e Bruno Ganz.

Sinopse: Martha (Marthe Keller) vive sozinha de frente para o mar em Ibiza e sua vida começa a mudar quando surge uma amizade inesperada entre ela e Jo (Max Riemelt), um músico de 20 anos que sonha em ser contratado como DJ na famosa boate berlinesa Amnesia.

Crítica: é decepcionante quando se tem uma boa ideia, uma história a ser contada e, simplesmente, não se consegue transmitir isso ao espectador.
“Amnésia” deixa a desejar em tudo: nas atuações, nos conflitos que tentam ser criados para dar profundidade aos personagens, nas discussões pouco naturais que não dão vazão ao que, de fato, merece ser debatido e questionado.
Tudo fica solto, artificial e tosco. A direção não soube fazer fios condutores que ligassem o passado à atualidade (a amizade entre Martha e Jo é completamente inequivocada). No caso do filme, a premissa é a consciência de uma Alemanha hoje totalmente desenvolvida em relação ao seu passado nazista.
Aliás, a cena que deveria ser um desabafo, uma revelação do que foi viver naqueles dias vendo judeus sendo assassinados – interpretada por Bruno Ganz (que ficou famoso por atuar como Hitler no longa “A Queda – As Últimas Horas de Hitler e aqui vive o avô de Jo), é um fiasco. Não passa emoção e muito menos convence.
Nada parece se conectar e, para levantar questões dolorosas como essas, é preciso um bom roteiro que justifique uma ocasião assim e personagens que inspirem e que levem a que isso aconteça. O ápice da trama não ocorre e, ao final do filme, fica uma sensação de um trabalho mal sucedido, que não levou o público a pensar ou a refletir. Até mesmo sequências sem importância soam forçadas. 

Avaliação: *

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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Koblic

País: Argentina
Ano: 2016
Gênero: Policial
Duração: 115 min
Direção: Sebastián Borensztein
Elenco: Ricardo Darín, Inma Cuesta e Oscar Martinez.

Sinopse: Argentina, período da ditadura militar da década de 70. Kóblic (Ricardo Darín), um ex-capitão das Forças Armadas, é responsável por coordenar as operações aéreas conhecidas como os "voos da morte", onde elementos considerados subversivos eram arremessados de dentro dos aviões diretamente ao encontro do mar.

Crítica: quem vai assistir ao filme pensando que o foco será “os voos da morte”, operados em plena ditadura militar argentina (1976-1983), engana-se. E este é o grande trunfo da trama.
Vagas são as imagens dessa época, apresentadas tão somente nas lembranças de Kóblic (vivido por Darín). A história envolve fuga, amizade, traição, romance (ainda que um pouco apressado), remorso, culpa, perseguição, intrigas – tudo centrado no protagonista que se vê num emaranhado de nós de onde precisa se soltar para viver.
O roteiro é muito bem conduzido, só aumentando o suspense que desperta, a cada cena, mais interesse do público. A produção é inquestionável. Faltou, talvez, um pouco mais de conteúdo, sobretudo, se comparamos a outros trabalhos do ator argentino..
As atuações são excelentes. Darín já é uma unanimidade no cinema, quando se fala em competência. Mas os coadjuvantes também se destacam: Oscar Martinez, no papel do delegado Velarde, é um deles.

Avaliação: ****

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Terra Estranha (Strangerland)

País: Austrália
Ano: 2016
Gênero: Suspense
Duração: 112 min
Direção: Kim Farrant
Elenco: Nicole Kidman, Joseph Fiennes e Hugo Weaving.

Sinopse: o casal Catherine e Matt acaba de se mudar para o deserto australiano de Nathgari. A família é reservada e mantém pouco contato com as pessoas ao redor, até o dia em que uma grande tempestade de areia atinge a região e os filhos do casal desaparecem. A polícia passa a investigar o caso e, ao mesmo tempo em que rumores começam a correr na vizinhança afirmando que a culpa seria de Catherine e Matt, o passado rebelde da filha mais velha, Lily, ganha importância no mistério.

Crítica: o longa conta a história da família Parker, formada pela dona de casa Catherine (Nicole Kidman), pelo farmacêutico Matthew (Joseph Fiennes) e seus dois filhos, Tom e Lilly. Eles vivem em uma cidade no interior da Austrália, onde o calor escaldante e as constantes tempestades de areia (o cenário é hostil, porém belo) são uma constante.
As razões que os levaram para aquele local são desconhecidas, mas o suspense insinua que um trágico evento envolvendo um dos seus filhos no passado seja a causa. Tudo é revelado quando Lilly e Tom saem de casa durante a madrugada e os pais têm que mobilizar esforços para encontrá-los, convocando a polícia local na busca.
No restante da obra, nos deparamos com suposições e suspeitas que acabam conduzindo a trama para questionamentos educacionais, psicológicos e as tão complicadas relações familiares. Os pais agem de forma estranha e, muitas vezes, bastante inesperada. São nessas atitudes que nos perguntamos qual é a verdade, de fato; ou como proceder diante das expectativas dos filhos.
O roteiro sugere vários caminhos, mas sem nos dar respostas exatas. O que permanece, após a sessão, é um debate de cunho psicológico sobre como achar o equilíbrio entre o que é proibido e o que é permitido aos filhos. O diálogo, sem dúvida, seria a melhor solução, mas colocá-lo em prática é o maior obstáculo quando se permite um grande distanciamento e se opta pelo tom autoritário. O caminho de volta pode ser bastante doloroso. É no diário da filha que os pais encontram algumas respostas.
Ainda que não se aprofunde muito no tom filosófico, privilegiando o suspense e o mistério, há uma tentativa de se fugir à história banal de sequestro / assassinato em série – receita já tão “batida” no cinema.
As interpretações convincentes (principalmente de Nicole Kidman e de Hugo Weaving - como o policial) também merecem elogios.

Avaliação: ***

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Nosso Fiel Traidor

País: Reino Unido
Ano: 2016
Gênero: Suspense
Duração: 108 min
Direção: Susanna White
Elenco: Ewan McGregor, Stellan Skarsgård, Damian Lewis e Naomie Harris.

Sinopse: durante um feriado no Marrocos, Perry e Gail (Ewan McGregor e Naomie Harris) conhecem o extravagante e carismático Dima (Stellan Skarsgård), que faz parte da máfia russa. Quando Dima pede ajuda a eles para levar uma informação para o Serviço Secreto Britânico, Perry e Gail entram sem saber no perigoso universo da espionagem internacional.

Crítica: ainda que o filme tente criar uma trama de suspense, as justificativas para tal não vingam.
As atuações são bem medianas. Os destaques são apenas Ewan McGregor e Stellan Skarsgård, mas que não conseguem manter o interesse do público com um roteiro fraco e uma história sem qualquer respaldo para se sustentar. Qual pessoa se arriscaria e arriscaria a vida da pessoa que ama para salvar alguém que não conhece, sendo este alguém um mafioso? Esta é a premissa do longa – difícil de acreditar. 
O resultado é uma trama simples, superficial e com um elenco caro.  

Avaliação: **

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Do Pó da Terra

País: Brasil
Ano: 2016
Gênero: Documentário
Duração: 80 min
Direção: Maurício Nahas
Elenco: -

Sinopse: um retrato afetivo e aprofundado sobre a relação entre os artesãos e moradores do Vale do Jequitinhonha (MG) e a matéria-prima que utilizam, que é o barro, substância que vem da terra, que vem do pó, de onde vieram os homens e que dá a chance de transformar miséria em arte.

Crítica: dirigido pelo fotógrafo Maurício Nahas, o documentário mostra como as mulheres transformam o barro em obras de arte por meio da cerâmica. Retrata, ainda, as condições precárias de vida na região, registrando a ambiguidade que contrapõe a pobreza material à criatividade humana.
É, sobretudo, um documentário sensível, contemplativo e revelador sobre uma profissão e matéria-prima que estão sendo esquecidos pela sociedade e governo brasileiro – artesão e o barro. A relação entre o homem e essa matéria geram obras de arte maravilhosas, muito ricas em cultura e beleza. A câmera capta bem esses momentos de completa entrega ao trabalho.
Os entrevistados, por sua vez, estão bem à vontade em frente às câmeras, agindo muito naturalmente e conseguindo, por meio de palavras ou gestos, expressar seus sentimentos de maneira clara e objetiva, mas nunca ficando caricato ou óbvio. Emocionante saber que, apesar das dificuldades de vida e moradia, suas ligações com a natureza e a arte de moldar o barro os movem em direção a uma felicidade na qual nós (da grande cidade) não estamos acostumados a ter, uma felicidade plena.
Contudo, “Do Pó da Terra” peca na montagem das sequências, na transição das falas e assuntos que poderiam ter sido mais explorados, como machismo e indústria cultural, por acabarem não tendo o espaço merecido.
Por fim, é um registro válido, real e comovente sobre um estilo de vida rico em humildade e cultura.

Avaliação: ***

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Romance à Francesa (Caprice)

País: França
Ano: 2016
Gênero: Comédia
Duração: 100 min
Direção: Emmanuel Mouret
Elenco: Virginie Efira, Anaïs Demoustier e Laurent Stocker.

Sinopse: o professor Clément (Emmanuel Mouret) deveria estar feliz, pois ele finalmente conquistou o coração da bela Alicia (Virginie Efira), uma atriz famosa. Mas, quando o relacionamento anda bem, ele encontra Caprice (Anaïs Demoustier), uma jovem extrovertida que deseja sair com ele e não se importa em ser a amante de Clément. Enquanto o professor corre o risco de perder a namorada, o melhor amigo dele, Thomas (Laurent Stocker), começa a ficar muito interessado na atriz. 
Crítica
Avaliação: a conferir

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Noite de Verão em Barcelona (Barcelona Nit d‘Estiu)

País: Espanha
Ano: 2013
Gênero: Comédia dramática
Duração: 129 min
Direção: Dani de la Orden
Elenco: Francesc Colomer, Jan Cornet e Laura Díaz.

Sinopse: durante o verão europeu, mais precisamente durante o mês de agosto, uma das épocas mais quentes do ano no continente, um espetáculo único, que não acontecerá novamente tão cedo, tem lugar: na noite do dia 18, o cometa Rose atravessa o céu de Barcelona. Por causa disso, mais de 500 histórias de amor florescem na cidade. Esta é a história de seis delas. 
Crítica
Avaliação: a conferir

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Inferno (Inferno)

País: EUA/Japão/Turquia
Ano: 2016
Gênero: Suspense
Duração: 117 min
Direção: Ron Howard
Elenco: Tom Hanks, Felicity Jones e Omar Sy.

Sinopse: baseado no livro de Dan Brown: "Inferno". Em visita a Itália, o professor de simbologia de Harvard, Robert Langdon, se envolve em uma nova jornada em torno de símbolos e organizações ocultas. Dessa vez ele pretende desvendar mistérios sobre "A Divina Comédia", de Dante Alighieri. 
Crítica
Avaliação: a conferir

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Tô Ryca

País: Brasil
Ano: 2015
Gênero: Comédia
Duração: 108 min
Direção: Pedro Antonio
Elenco: Samantha Schmütz, Katiuscia Canoro e Marcelo Adnet.

Sinopse: Selminha (Samantha Schmütz) é uma frentista que tem a chance de deixar seus dias de pobreza para trás ao descobrir uma herança de família. Mas para conseguir colocar a mão nessa grana, ela terá que cumprir o desafio lançado por seu tio: Selminha precisa gastar 30 milhões de reais em 30 dias, sem acumular nada e nem contar para ninguém. Mas, nessa louca maratona, ela vai acabar descobrindo que tem coisas que o dinheiro não compra. 
Crítica
Avaliação: a conferir

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A Maldição da Floresta (The Hallow)

País: EUA
Ano: 2015
Gênero: Terror
Duração: 97 min
Direção: Corin Hardy
Elenco: Joseph Mawle, Bojana Novakovic e Michael McElhatton.

Sinopse: por questões econômicas, o conservacionista Adam Hitchens (Joseph Mawle) aceita um emprego em uma remota floresta na Irlanda, esperando encontrar uma vida nova para ele, sua esposa Clare (Bojana Novakovic) e o filho recém-nascido. No entanto, ao chegarem à casa nova, um agricultor com fortes crenças na tradição local o alerta para parar de mexer naquelas terras sagradas. Quando alguém invade a casa dos Hitchens à noite, querendo fazer mal à criança, e a polícia não descobre quem fez isso, o casal vai ter que lutar para proteger seu filho e sobreviver diante de misteriosos seres que habitam aquele bosque. 
Crítica
Avaliação: a conferir

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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Humano (Human – Uma Viagem pela Vida)

País: França
Ano: 2015
Gênero: Documentário
Duração: 149 min
Direção: Yann Arthus-Bertrand
Elenco: -

Sinopse: com testemunhos e imagens aéreas exclusivas, o introspectivo documentário aborda quem nós somos hoje em dia. Não só como comunidade, mas como indivíduos. Através das guerras, descriminações e desigualdades, confrontamos a realidade que também contempla discursos de solidariedade. Uma reflexão do futuro que queremos para nós, seres humanos, e o planeta.

Crítica: uma obra incrível sobre a humanidade, sobre os diferentes tipos de vida, sobre escolhas, sobre felicidade e tristeza, sobre traumas e esperanças. Um apanhado incrível de pensamentos, de opiniões, de posições perante o que a vida nos reserva.
Não faltou ao cineasta (que também é fotógrafo – o que justifica as imagens impressionantemente belas e marcantes no filme), sutileza e sensibilidade para ouvir e selecionar tantos testemunhos, de inúmeros locais do mundo.
Tocante, emocionante, inesquecível. Uma ode à humanidade e ao que podemos esperar dela.

Avaliação: *****

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Capitão Fantástico (Captain Fantastic)

País: EUA
Ano: 2016
Gênero: Drama
Duração: 118 min
Direção: Matt Ross
Elenco: Viggo Mortensen, Frank Langella, George Mackay e Samantha Isler.

Sinopse: Ben (Viggo Mortensen) é o pai de seis crianças pequenas, que decide fugir da civilização e criar os filhos nas florestas selvagens do Pacífico Norte. Ele passa os seus dias dando lições às crianças, ensinando-os a praticar esportes e a combater inimigos. Um dia, no entanto, Ben é forçado a deixar o local e retornar à vida na cidade. Começa o aprendizado do pai, que deve se acostumar à vida moderna.

Crítica: o drama, exibido no Festival de Cannes, merece ser aplaudido de pé. A discussão que levanta sobre educação, modos de vida, valores, sobre o que é certo ou não, adequado ou não, é incrivelmente equilibrado. E é isso que está em jogo: o equilíbrio, o meio termo, saber quando se deve ceder ou não.
A história de Ben com seus seis filhos é impressionante. O estilo de vida optado vai contra tudo o que definimos ser o correto – simplesmente porque estamos acostumados ao que a sociedade e aos outros considerados “normais” ditam como coerente: morar numa casa, filhos na escola, carro para se locomover, alimentação comprada no mercado, roupas caras, entretenimento comandado pela tecnologia.
Ben tem uma família feliz, em sua casa/ônibus ambulante, morando em vários locais. Tal felicidade é abalada pela doença e morte da esposa. A sua vida tranquila é ameaçada pelo sogro que não concorda com a vida errante que o genro leva e, sobretudo, quando isso envolve as crianças.
No período dessa pequena convivência na cidade, para enterrar o corpo da esposa (e aí surge outro problema, pois o desejo dela era ser cremada e não sepultada em um cemitério), um dos filhos se aproxima do avô e decide ficar.
Ben não consegue aceitar tal decisão e algo inesperado acontece na tentativa de levar o filho de volta a qualquer preço. Surgem, então, dúvidas e questionamentos sobre tudo o que ele acreditava até então. Viver longe dos filhos parece inaceitável.
Os debates sobre dinheiro, sustento, saúde, ensino, são muito calorosos. O mérito do longa é conseguir fazer com que nós também nos questionemos sobre qual é o melhor jeito de viver e sobre como devemos agir quando os filhos fazem suas escolhas.
Um aprendizado, de fato. E um final surpreendente!

Avaliação: ****

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O Que Está por Vir (L’ Avenir)

País: França
Ano: 2016
Gênero: Drama
Duração: 102 min
Direção: Mia Hansen-Løve
Elenco: Isabelle Huppert, André Marcon, Roman Kolinka e Edith Scob.

Sinopse: Nathalie (Isabelle Huppert) é uma professora de filosofia em uma escola parisiense. Apaixonada pelo seu trabalho, ela ama, acima de tudo, transmitir o gosto do pensamento. Casada e com dois filhos, ela divide seu tempo entre a família, ex-alunos e sua mãe muito possessiva. Um dia, seu marido anuncia que vai viver com outra mulher. Confrontada com uma nova liberdade, ela vai reinventar sua vida.

Crítica: um filme, acima de tudo, humano – retratando a vida como ela é. Sem reviravoltas ou situações robulescas, a trama acompanha a vida ativa de Nathalie, sempre envolvida com algo e com opiniões bem formuladas.
Acreditando ter uma vida tranquila e feliz, ao lado do marido (também professor de filosofia), é surpreendida com a revelação dele de que tem uma outra pessoa.
Tenta, então, seguir em frente, ainda que com muitas dúvidas sobre a vida. Aproxima-se mais de um de seus ex-alunos, que tem uma visão política diferente da dela, e este é um dos aspectos interessantes do longa – que abre um leque para se discutir sobre os valores burgueses. Ele mora num local isolado com a namorada e amigos que compartilham dos mesmos ideais.
No seu ritmo, Nathalie vai tocando a vida, o trabalho na faculdade, a relação com a mãe, o nascimento do neto. Tudo no seu tempo, que é o que dita o ritmo do filme. Algumas ocasiões inusitadas quebram o clima pesado da situação e nos identificamos com um sentimento que pode ser sentido por qualquer um. A maturidade e a segurança são fundamentais para que se tome um rumo após uma decepção amorosa. E, no caso de Nathalie, o dinamismo ajuda muito.

Avaliação: ***

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O Último Tango (Un Tango Más)

País: Alemanha/Argentina
Ano: 2016
Gênero: Documentário, Musical
Duração: 85 min
Direção: German Kral
Elenco: María Nieves e Juan Carlos Copes.

Sinopse: uma história de amor entre dois dançarinos famosos de tango da história e sua paixão pela dança. María Nieves e Juan Carlos Copes se conhecem quando tem 14 e 17 anos, respectivamente, e dançam juntos durante 50 anos. Durante todos esses anos eles se amaram e se odiaram, passando por dolorosas separações, mas sempre se reconciliaram. Uma jornada sobre o tango e a história de amor, em seus momentos dramáticos, que é transformada em uma linda homenagem da vida de Juan e Maria em incríveis coreografias.

Crítica: a história do casal mais famoso de tango do século XX e XXI (como acrescenta a própria María Nieves) é uma verdadeira declaração de amor ao tango. Os dois, Juan e María, dedicaram suas vidas à dança e isso é inegável.
O documentário revela, entre os depoimentos dos dois (María é quem mais aparece, mas sempre delegando a Juan a coragem de levar o tango ao mundo), bailes encenados com atores representando o casal, coreografias de tango, imagens da época e fotos, muitas lembranças inesquecíveis e memoráveis.
Apesar de não estarem vivendo mais juntos (Juan casou-se com outra pessoa e teve duas filhas), os 50 anos dançando como parceiros são de uma contribuição fenomenal e incomparável. A própria filha de Juan (que hoje dança com o pai em apresentações) diz: “María Nieves é única”.
A vida dos dois imita a arte do tango: amor e ódio. María Nieves foi sua parceira desde o início e apaixonada por ele desde o momento que o viu.
Quando ele propôs tentar a vida em Nova York, ela aceitou na hora e lá fizeram sucesso, depois de passar por dificuldades financeiras.
Mas a fama trouxe um preço alto para María. Juan começou a envolver-se com outras dançarinas. Orgulhosa, María seguiu ao seu lado, entre idas e vindas. Turnês nos EUA, Europa e Japão.
Juan era um visualizador. Ele recriou o tango, inventou novos passos, instituiu novos ritmos, enfim, arriscou. “Era o que sabia fazer”, diz Juan em uma de seus depoimentos.
Até que um dia a parceria se desfez por completo. María, com 80 anos, foi homenageada na Argentina pelo seu talento e trabalho em prol da divulgação do tango. Juan não pensa em se aposentar. Ainda segue dando aulas e fazendo algumas apresentações.      
Uma bela e triste história de amor.

Avaliação: ****

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A Comunidade (Kollektivet)

País: Dinamarca/Holanda/Suécia
Ano: 2016
Gênero: Drama
Duração: 112 min
Direção: Thomas Vinterberg
Elenco: Ulrich Thomsen, Trine Dyrholm, Lars Ranthe, Julie Agnete Vang e Fares Fares.

Sinopse: na década de 1970, Erik (Ulrich Thomsen) e Anna (Trine Dyrholm) são um casal de acadêmicos cheio de sonhos. Junto com a filha, Freja, eles montam uma comuna em um elegante bairro de Copenhague para dividir a casa e viver em conjunto com outras pessoas. Querendo estar no centro da história e realizar o sonho de viver em grupo, eles realizam jantares, reuniões e festas. Levados pelo mesmo sonho, um caso de amor abala a pequena comunidade, fazendo com que esse grupo de sonhadores e idealistas acordem para a realidade.

Crítica: o diretor Thomas Vinterberg tem em seu currículo bons filmes, como “Festa de Família”, “Dogma do Amor”, “Querida Wendy” e “A Caça”.
Aqui ele fundamenta o filme na criação de uma comunidade, cuja ideia parte de Anna, casada com Erik, tendo em vista que herdaram uma casa, mas, em dificuldades financeiras, não teriam como mantê-la.
A ideia vinga e amigos e outros desconhecidos são chamados e entrevistados para aprovação ou não de inserção na comunidade.
Tudo vai bem, entre festas, jantares e conversas animadas a muito álcool, até que uma pessoa fora da casa interferirá na relação do casal Erik e Anna. Ele, enciumado com a esposa no seu dia a dia com os demais, acaba cedendo às investidas de uma aluna.
A partir daí, acompanhamos a derrocada de Ana (uma conhecida âncora de TV) que tenta, sem sucesso, aceitar a relação extraconjugal. Inicialmente, ela recebe a notícia de maneira fria, talvez achando que tudo seja passageiro. Ela testará toda a sua autoestima, convidando o novo caso de amor do marido para morar na comunidade também. Contudo, não se comandam os sentimentos do coração.
As atuações são excelentes, sobretudo a de Trine Dyrholm. Porém, o filme falha um pouco em conteúdo, ao focar demais nesse conturbado relacionamento, deixando o ideal de comunidade de lado. Não é um filme que vai deixar uma marca, como os anteriores trabalhos do cineasta. 

Avaliação: ***

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É Apenas o Fim do Mundo (Just La Fin du Monde)

País: Canadá/França
Ano: 2016
Gênero: Drama
Duração: 97 min
Direção: Xavier Dolan
Elenco: Gaspard Ulliel, Nathalie Baye, Léa Seydoux, Marion Cotillard e Vincent Cassel.

Sinopse: Longe de casa há doze anos, o escritor Louis (Gaspard Ulliel) vai ao encontro da mãe, da irmã, do irmão e da cunhada para informá-los que irá morrer em breve. No entanto, o roteiro da curta reunião, idealizado por Louis, sairá de seu controle assim que as mágoas, as memórias, as brigas e as lágrimas do passado começarem a ressurgir entre a família. 

Crítica: baseado na peça teatral homônima escrita por Jean-Luc Lagarce, “Juste la Fin du Monde” aborda temas familiares repleto de discussões, desavenças e desafetos que trazem à tona o passado, quando da visita de Louis para anunciar à família que sua morte está próxima.
Brigas calorosas e atuações convincentes dão o clima tenso à situação, que não sai como o esperado por Louis.
Os diálogos são bons e, ainda que repitam a fórmula de intrigas em família, tão batida no filme francês, são interessantes e atendem à premissa da trama.
Xavier Dolan, em sua curta carreira (tem apenas 27 anos) e 6 longas metragens, optou aqui por centralizar numa revelação a porta para o desabafo de muitas mágoas guardadas, cada personagem com a sua. Denso e humano. 

Avaliação: ***

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Histórias da Psicanálise – Leitores de Freud

País: Brasil
Ano: 2016
Gênero: Documentário
Duração: 96 min
Direção: Francisco Capoulade
Elenco: -

Sinopse: uma análise das temáticas abordadas por Sigmund Freud, o pai da psicanálise, em suas obras e também sobre as diversas leituras realizadas por acadêmicos de todo o mundo e principalmente do Brasil, trazendo novos pensamentos e caminhos para o grande corpo de escritos científicos do austríaco.

Crítica: o filme traz depoimentos valiosos de diversos psicanalistas, psiquiatras, filósofos, escritores, entre outros (ainda que uns 3 pudessem ter sido excluídos por não serem relevantes) que nos mostram um pouco da trajetória e da obra imensa deixada por Freud.
Com bons cortes e informações importantes, o documentário fisga o interesse do espectador para além da tela, a fim de folhear seus livros e conhecer seu legado.
Pela riqueza da vida explorada por Freud, que estava à frente do seu tempo, o filme já é quase 100% de acerto. Mas o diretor poderia ter se empenhado mais, com imagens, gráficos e recursos que prendessem a atenção, a fim de que houvesse um registro maior do que é transmitido. São citados muitos autores contemporâneos, pensamentos, obras – uma verdadeira aula sobre a psicanálise e seus desdobramentos.

Avaliação: ***

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A Passageira (Magallanes)

País: Peru
Ano: 2014
Gênero: Drama
Duração: 105 min
Direção: Salvador del Solar
Elenco: Damián Alcazár, Magaly Solier, Federico Luppi e Christian Meier.

Sinopse: Lima, Peru. A rotina de Magallanes (Damián Alcázar), um motorista de táxi, vira de cabeça pra baixo quando Celina (Magaly Solier), uma mulher de seu passado sombrio, entra, subitamente, em seu carro. Os dois se conheceram nos anos violentos em que Magallanes foi soldado do exército peruano. Agora, em busca de redenção, o homem vai participar de um arriscado plano para ajudar Celina a superar seus graves problemas financeiros.

Crítica: drama, suspense e críticas sociais são muito bem unidos no longa-metragem peruano.
Uma trama inteligente, atores competentes (sobretudo Damiaán Alcazár) e uma direção segura que vai nos revelando aos poucos o passado de Magallanes e o que tanto o atormenta.
Magallanes é um ex-militar da ditadura, que trabalhava como soldado em Ayacucho, e que agora é um taxista na cidade de Lima. Ele reencontra uma figura de seu passado tortuoso, Celina (Magaly Solier), que foi abusada e mantida em cárcere privado pelo coronel responsável em Ayacucho, agora um homem amargurado e preso a uma cadeira de rodas, interpretado por Federico Luppi. Na tentativa de se redimir por seus erros, Magallanes participa de um plano para conseguir dinheiro para Celina e seu filho.
A falha do longa está no tom meloso e um tanto injustificável na trama (ao retratar a paixão dele por Celina), mas que não tira o mérito de revelar, mesmo que superficialmente, as atrocidades cometidas pela ditadura de Alberto Fujimori, sempre justificadas pelo fato de apenas estar cumprindo ordens).

Avaliação: ***

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O Homem que Viu o Infinito (The Man Who Knew Infinity)

País: Reino Unido
Ano: 2016
Gênero: Biografia
Duração: 109 min
Direção: Matt Brown
Elenco: Dev Patel, Jeremy Irons, Toby Jones e Stephen Fry.

Sinopse: uma verdadeira história de amizade que mudou a matemática para sempre. Em 1913, Ramanujan (Dev Patel), um gênio da matemática autodidata da Índia viaja para a o Colégio Trinity, na Universidade de Cambridge, onde ele se aproxima do seu mentor, o excêntrico professor GH Hardy (Jereymy Irons), e luta para mostrar ao mundo o brilhanstismo de sua mente.

Crítica: uma biografia correta de Srinivasa Ramanujan, personalidade pouco conhecida para quem não estuda matemática (e esta é uma das tarefas do cinema: a revelação). O indiano pobre, sem estudos, foi responsável por revoluções na matemática abstrata, fazendo avanços consideráveis nas frações continuadas e nas séries infinitas.
O campo é árido e o cineasta não se aprofunda muito na matemática, contudo opta por ressaltar a relação dele com o professor ateu (durante a trama surgem alguns debates sobre religião, explorando em demasia o lado místico de Ramanujan), os costumes dos colégios ingleses, os preconceitos de professores “pomposos” como Hardy (Jeremy Irons) mesmo menciona e os valores éticos e morais em jogo.
As atuações de Dev Patel, Jeremy Irons e de Toby Jones (como Littlewood – braço direito de Hardy) são memoráveis. Jeremy Irons, por exemplo, está excelente na transformação do professor aberto a mudanças.
O filme não tem a grandiosidade de “ma Mente Brilhante” (2002) nem de “Um Gênio Indomável” (1998), mas cumpre sua tarefa de revelar a importância do trabalho desse gênio autodidata, que deixou o modesto emprego de contador no porto de Madras (hoje Chennai) para estudar no Trinity College (Cambridge), em 1913. Lá ficou por 5 anos. Foi agraciado com o ingresso na Royal Society de Ciências e se tornou professor.
Adoeceu com tuberculose em 1919 e voltou à Índia onde morreu, em Kumbakonam, aos 32 anos. Sua viúva, S. Janaki Ammal, viveu em Chennai até sua morte em 1994.
Ramanujam vivia somente para a matemática. Em Cambridge criou uma pequena biblioteca com informações sobre fenômenos que desafiavam a razão. Em suas descobertas havia os mais abstratos enigmas a respeito das noções de números, em especial sobre os números primos. O Ramanujan Journal, um periódico internacional, foi criado para publicar trabalhos de todas as áreas da matemática influenciadas por ele.

Avaliação: ***

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Irmã (Little Sister)

País: EUA
Ano: 2016
Gênero: Comédia dramática
Duração: 91 min
Direção: Zach Clark
Elenco: Addison Timlin, Ally Sheedy, Keith Poulson e Peter Hedges.

Sinopse: após um trauma envolvendo a sua mãe, a jovem Colleen decidiu abandonar o lar e se tornar freira, cortando totalmente o contato com a família. Um dia, recebe um e-mail anunciando que seu irmão está em casa após voltar da guerra do Iraque, com sequelas no corpo. Ela decide que é hora de visitar novamente a família, e resgatar o seu passado, quando era metaleira, gótica, num lar liberal e excessivo. 
Crítica
Avaliação: a conferir

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Zé de Julião, Muito Além do Cangaço

País: Brasil
Ano: 2016
Gênero: Documentário
Duração: 72 min
Direção: Hermano Penna
Elenco: -

Sinopse: Zé de Julião era um homem complexo. Sendo um jovem muito rico, ele decidiu se tornar cangaceiro aos 30 anos, e logo após se tornou um grande empreiteiro e líder político respeitado em Sergipe. Por conta de suas posições e opiniões incisivas, entrou em confronto com diversos coronéis da região, o que colocou um ponto final em sua trajetória.
Crítica
Avaliação: a conferir

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Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven)

País: EUA
Ano: 2016
Gênero: Faroeste
Duração: 133 min
Direção: Antoine Fuqua
Elenco: o: Antoine Fuqua
Elenco: Denzel Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke, Haley Bennett e Vincent D'Onofrio.

Sinopse: refilmagem do clássico faroeste Sete Homens e um Destino (1960), que por sua vez é um remake de Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. Os habitantes de um pequeno vilarejo sofrem com os constantes ataques de um bando de pistoleiros. Revoltada com os saques, Emma Cullen (Haley Bennett) deseja justiça e pede auxílio ao pistoleiro Sam Chisolm (Denzel Washington), que reúne um grupo de especialistas para contra-atacar os bandidos. 
Crítica
Avaliação: a conferir

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O Lar das Crianças Peculiares (Miss Peregrine's Home For Peculiar Children)

País: EUA/Bélgica/Reino Unido
Ano: 2016
Gênero: Aventura
Duração: 127 min
Direção: Tim Burton
Elenco: Eva Green, Asa Butterfield, Samuel L. Jackson e Terence Stamp.

Sinopse: após a estranha morte de seu avô (Terence Stamp), o jovem Jake (Asa Butterfield) parte com seu pai para o País de Gales. Lá ele pretende encontrar a srta. Peregrine (Eva Green), atendendo ao último pedido do avô, que lhe disse que "ela contará tudo". Só que, ao chegar, descobre que o local onde ela viveria é uma mansão em ruínas, que foi atingida por um míssil durante a Segunda Guerra Mundial. Ao investigar a área, Jake descobre que lá há uma fenda temporal, onde a srta. Peregrine vive e protege várias crianças dotadas de poderes especiais.
Crítica
Avaliação: a conferir

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StoneWall – Onde o Orgulho Começou (Stonewall)

País: EUA
Ano: 2016
Gênero: Drama
Duração: 129 min
Direção: Roland Emmerich
Elenco: Jeremy Irvine, Jonny Beauchamp e Caleb Landry Jones.

Sinopse: no fim dos anos 1960, um adolescente começa a descobrir novas ideias políticas e as dificuldades da vida adulta, às vésperas da rebelião de Stonewall, quando lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros enfrentaram a polícia de Nova York. 
Crítica
Avaliação: a conferir

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