quinta-feira, 23 de junho de 2016

Elvis & Nixon

País: EUA
Ano: 2016
Gênero: Comédia
Duração: 86 min
Direção: Liza Johnson
Elenco: Michael Shannon, Kevin Spacey, Alex Pettyfer, Johnny Knoxville e Colin Hanks.

Sinopse: em 21 de dezembro de 1970, teve lugar um dos acontecimentos mais peculiares da história recente dos Estados Unidos. Na ocasião, a Casa Branca recebeu um ilustre visitante, um homem que pediu uma audiência privada – uma reunião que viria a se tornar lendária - com o presidente Richard Nixon (Kevin Spacey): o rei do rock and roll, Elvis Presley (Michael Shannon).

Críticauma das grandes genialidades do cinema está em transformar pequenos acontecimentos em uma grande história. Aqui, a diretora Liza Johnson (de “Return” – 2011 e de “Amores Inversos” – 2013) conseguiu com um único evento prender a atenção do público por quase uma hora e meia.
O encontro entre Nixon e Elvis (ambos interpretados com excelência por Kevin Spacey e Michael Shannon, respectivamente, ressaltando que este último não tem semelhança física com Elvis, o que exigiu mais do ator ainda) de fato ocorreu. A maneira sábia como isso é contado desde o início: a resolução de Elvis, sua tentativa de voar sozinho de Memphis para Washington; sua ida à Casa Branca levando a carta em que expunha os motivos para a reunião; a convocação de um assessor (e grande amigo) para ajudá-lo na difícil tarefa de convencer os assessores do presidente a recebê-lo; e o acontecimento em si, que foi inesperado, fugiu completamente ao protocolo e ao tempo de duração esperado, é o maior mérito do filme.
O resultado é uma narrativa leve, engraçada e inteligente.

Avaliação: ***

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Tudo sobre Vincent (Vincent n'a pas d'Écailles)

País: França
Ano: 2014
Gênero: Comédia dramática
Duração: 78 min
Direção: Thomas Salvador
Elenco: Thomas Salvador, Vimala Pons, Youssef Hajdi, Nicolas Jaillet e Nina Meurisse.

Sinopse: Vincent (Thomas Salvador) é um homem calmo e solitário, que tem um grande segredo: sua força fica dez vezes maior quando ele entra em contato com a água. Mas tudo muda quando ele conhece Lucie (Vimala Pons) e se apaixona.

Crítica: não é muito comum filmes de ficção ou de super-heróis no cinema francês. Tudo sobre Vincent apresenta-nos uma ficção inteligente e bem humorada. O homem cheio de poderes é Vincent (Thomas Salvador), que tem sua força dez vezes aumentada quando em contato com a água. Aliás, a primeira cena do filme é o protagonista nadando em um grande rio.
Em poucos minutos, entendemos sua fixação por água. A força adquirida o ajuda em certas circunstâncias, mas é limitada, logo que seu corpo seca. É um segredo que ele (bastante tímido e fechado) não compartilha com ninguém, até conhecer a alegre Lucie (Vimala Pons). Seu jeito descontraído vai atraí-lo imediatamente. 
Depois que ele decide revelar a verdade para Lucie, o diretor aposta nas sequências engraçadas e no entrosamento do casal. O problema surge quando ele precisa usar seu superpoder para salvar um amigo. Sua vida sofre uma reviravolta e, com a ajuda de sua namorada, ele encontra uma saída.

Avaliação: ***

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A Odisseia de Alice (Fidelio, l’odyssée d’Alice)

País: França
Ano: 2014
Gênero: Comédia dramática
Duração: 97 min
Direção: Lucie Borleteau
Elenco: Ariane Labed, Melvil Poupaud, Anders Danielsen e Pascal Tagnati.

Sinopse: Alice (Ariane Labed) é engenheira especializada em cargueiros. Ela trabalha muito bem e é reconhecida por sua postura profissional, sendo frequentemente a única mulher entre dezenas de homens. Alice tem um namorado norueguês, que sempre espera por ela em solo. Mas durante as viagens, ela reencontra um antigo amor, o capitão Gaël (Melvil Poupaud), e pensa que esta pode ser a oportunidade de reatar com um dos únicos homens que realmente amou.

Crítica: o filme narra, de fato, a odisseia de Alice. Ela é uma excelente profissional, segura, feliz com o doce namorado norueguês (Felix), enfim, uma mulher bem resolvida.
Ao embarcar numa missão por 3 meses em um cargueiro, seu namoro é fortemente abalado ao encontrar um antigo amor, o capitão Gaël (Melvil Poupaud), por quem realmente considera ter estado apaixonada. A princípio, ela resiste, mas acaba cedendo por achar que um novo encontro pode trazer novas perspectivas amorosas.
Nesse período, ela continua mantendo contato com seu namorado em terra firme e lendo o diário de um tripulante que morreu (acidente de trabalho) antes da sua chegada. É interessante também como o filme mostra a vida em alto-mar: a solidão, a rotina, os passa-tempos, as pausas para descanso, as brincadeiras, os contratempos, os desentendimentos.
Ao final dos 3 meses, mal se passam 24 horas em terra, e ela é novamente convocada para trabalhar, agora promovida a chefe. Seu namorado acaba por descobrir no celular dela uma foto com Gaël e ela se sente péssima.
É quando, então, descobre que ama mesmo Felix. Para chegar a essa conclusão, ela também transa com outro rapaz no navio. É interessante a abordagem nada machista que a sociedade nos impõe. Alice tenta, como qualquer pessoa, se entender e buscar a felicidade.
Os sentimentos são o ponto-chave da trama, que tem no comportamento da protagonista seu fio condutor. A direção é muito feliz ao conduzir esse descobrimento das emoções e suas consequentes decisões sem julgar.

Avaliação: ***

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Certo Agora, Errado Antes (Jigeumeun Matgo Geuttaeneun Teullida)

País: Coreia do Sul
Ano: 2016
Gênero: Drama
Duração: 121 min
Direção: Sang-soo Hong
Elenco: Jae-yeong Jeong, Kim Min-Hee e Yeo-jeong Yoon.

Sinopse: por engano, Ham Cheon-soo (Jae-yeong Jeong) chega à cidade coreana de Suwon um dia antes do previsto. Para passar o tempo, ele vai até um antigo palácio, onde encontra uma artista chamada Yoon Hee-jeong (Kim Min-Hee). Juntos, eles vão até a loja de Yoon para admirar suas pinturas, comer sushi e se conhecerem. Em seguida, eles vão para um bar encontrar com amigos de Yoon. Ao ser perguntado se é casado, Cheon-soo admite que sim e decepciona a artista.

Crítica: a câmera é estática, há poucos movimentos, mas a expressão da linguagem é explorada ao máximo. A naturalidade surge aos poucos na conversa e, por causa dela, algumas situações inesperadas e até mesmo cômicas.
A história se divide em duas partes. Na verdade, é a mesma história, mas ocorrida duas vezes de formas distintas.
Na edição dos dois desenvolvimentos, o diretor é um mestre. Sutis mudanças de posições, de postura, de comportamento ou de respostas alteram o restante da trama.
De maneira simples, o filme demonstra ser honesto, sem omitir a verdade, pode mudar, por completo, a expectativa do outro.
As atuações são boas, o que é fundamental num filme que depende, em quase sua totalidade, do diálogo.
Uma proposta diferente e que merece ser conferida.

Avaliação: ***

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Uma Vida Selvagem (Vie Sauvage)

País: França/Bélgica
Ano: 2016
Gênero: Drama
Duração: 102 min
Direção: Cédric Kahn
Elenco: Mathieu Kassovitz, Céline Sallette, Romain Depret e Jules Ritmanic.

Sinopse: Paco (Mathieu Kassovitz) e Nora (Céline Sallette) formam um casal em sintonia. Ambos amam a natureza e a vida de liberdade, concordando em criar seus filhos longe da corrupção da sociedade do consumo. Um dia, no entanto, este relacionamento acaba, e Nora vai embora, levando os filhos com ela. Após Nora obter a guarda dos filhos, Paco se aproveita do tempo de visitas e foge com eles por 11 anos. Baseado em uma história real.

Crítica: o filme tem um apelo comovente pelo drama real que relata e por sua gravidade – um pai que, inconformado com a ruptura da família (a mãe parte com os 3, sendo 1 de outro pai) e com visitas programadas pela justiça, decide levar os filhos consigo.
A princípio, buscando-os para mais um pequeno período de férias, acaba por não retornar. Esse ato desesperado, que ele desabafa em uma carta encaminhada ao juiz, não tem o efeito esperado. Acabam por se passar 10 anos de fuga, de um lugar a outro, mudando de nome, estudando em casa, inventando histórias e escapando de perguntas mais complicadas. Nesse ínterim, a mãe, que não recebe nenhuma notícia, continua sua procura incansável pelos filhos.
Ao chegar a maioridade, os problemas surgem. Os meninos querem namorar, fazer compras, ter acesso ao que os outros jovens têm.
Percebem que perderam algo que não há como recuperar e que o estilo de vida “escolhido” pelo pai talvez não tenha sido o melhor para eles.
É possível seguir uma vida inteira, sem lar fixo, automóvel ou outros bens materiais?  Tal forma de vida traz felicidade? É uma escolha para toda vida?
Apesar de o enredo trazer uma história verídica e trazer todos os questionamentos mencionados aqui, a narrativa é morna – resultado, em grande parte, pela má performance dos atores na representação dos filhos.
O esperado encontro com a mãe, após anos e anos de ausência, não carrega a emoção comum a uma situação como tal.

Avaliação: **

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O Botão de Pérola (El Botón de Nácar)

País: Chile
Ano: 2015
Gênero: Documentário
Duração: 82 min
Direção: Patricio Guzmán
Elenco: -

Sinopse: o Chile apresenta uma paisagem sobrenatural, na qual estão as vozes da população indígena da Patagônia, dos primeiros navegadores ingleses que chegaram ao país, e também a voz dos presos políticos chilenos. Alguns dizem que a água tem memória, outros, que ela também tem voz.

Crítica: um conjunto de imagens e fragmentos da exuberante patagônia chilena e de suas tribos indígenas (nômades e caçadores) usam a água como premissa para retratar que dela tudo sai e é para onde tudo volta, que ela tem memória e tem voz. Vida e morte ao mesmo tempo. De forma poética, conta-se como lhe foram impostos valores, crenças e modo de viver europeus; como foram castigados pelos colonizadores espanhóis; e como foram dizimados pelas doenças dos homens brancos. Séculos se passaram e a morte na época do ditador Pinochet volta a rondar. Corpos que são jogados ao mar, sem o direito de serem enterrados pelos familiares.
O documentário ouve alguns dos poucos indígenas da tribo alakaluf (kaweskar) que restaram, para saber mais de sua cultura e língua. Hoje apenas 20 deles ainda estão vivos.
É um retrato cruel do massacre aos costumes de povos que tinham um tipo de vida muito peculiar e que se adaptavam perfeitamente à região.
Homens e mulheres usavam saias e peles e passavam gordura no corpo para se proteger da baixa temperatura, da maresia e da chuva. A proteína abundante do guanaco, de foca, do leão-marinho e das pequenas baleias constituía a dieta básica. Nenhum dos grupos construía abrigos permanentes. Os selknans faziam tendas de couro, folhas e gravetos e se deslocavam atrás da caça, carregando-as. Os yamanas e os alakalufs mudavam de acampamento viajando de canoa, zelando por pequenas fogueiras acesas sobre montes de areia dentro das embarcações. Suas mulheres eram hábeis nadadoras e mergulhavam no mar gelado em busca de mariscos.

Avaliação: ***

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Paz para Nós em Nossos Sonhos (Peace to Us in Our Dreams)

País: Lituânia/França
Ano: 2015
Gênero: Drama
Duração: 107 min
Direção: Sharunas Bartas
Elenco: Ina Marija Bartaité, Lora Kmieliauskaite e Sharunas Bartas.

Sinopse: um dia de verão. Um homem, sua atual esposa e filha chegam em sua casa de campo no fim de semana. Desde a morte de sua mãe, a filha de 16 anos agora vive com seu pai que não se dedica muito em passar o tempo com ela. Ele está cansado de sua rotina diária no trabalho e não sabe onde encontrar a força para continuar. Sua esposa, um violinista, perdeu a alegria de viver. Ela está perdida entre a música, o amor e a carreira. Mesmo que eles se amem, sua relação é tensa e está à beira do colapso.

Crítica: o filme tem como premissa questionar sobre a paz de espírito e onde encontrá-la. Para tanto foca em 3 personagens de uma mesma família, cada um com seus problemas, dúvidas e angústias. Não vivem uma relação saudável.
O problema está em como se aborda essa situação caótica. O cenário é sombrio, há pouco movimento, são poucas as informações (pinceladas de vez em quando por uma lembrança, uma imagem de vídeo) e os diálogos escassos não se aprofundam a ponto de trazer o espectador para a trama. Um ou outro tem um desenvolvimento mais intenso que nos leva a refletir sobre o que queremos da vida e o que fazemos para ir atrás dos nossos sonhos.
O estilo do diretor agradará poucos. A estabilidade da narrativa impede que o público pense ou reflita, se essa era a proposta. 

Avaliação: *

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Paulina (La Patota)

País: Argentina
Ano: 2016
Gênero: Drama
Duração: 103 min
Direção: Santiago Mitre
Elenco: Dolores Fonzi, Oscar Martinez, Esteban Lamothe e Cristian Salgero.

Sinopse: Paulina (Dolores Fonzi), 28 anos, largou uma promissora carreira na advocacia para ser professora em uma região problemática da Argentina. Sacrificando o namoro e a confiança do pai, um poderoso juiz (Oscar Martinez), ela sustenta as suas convicções de ensino e política. Entretanto, sua crença é colocada à prova ao ser estuprada por um grupo de alunos.

Crítica: os dramas argentinos costumam ser muito elogiados pela crítica, mas “Paulina” não está nessa lista seleta.
As convicções sociais e políticas da professora Paulina (Dolores Fonzi), que decide dar aulas no interior do Paraguai, são insustentáveis diante dos subsequentes acontecimentos que a acometerão.
Além do estupro cometido por um aluno com a ajuda de outros, a sua passividade perante à não punibilidade dos culpados e a sua aparente aceitação ao optar por não abortar o filho fruto da violação (reagindo como se fosse seu destino) constroem um personagem surreal.
A uma certa altura, nos perguntamos se ela quer ser uma heroína ou se quer provar que suporta tudo e acima de tudo está. Não só é difícil para o pai, o namorados, os colegas de trabalho entenderem como para o espectador também é. Há, inclusive, uma tentativa de justificativa pelo seu comportamento (após ela saber quem é o estuprador e negar reconhecê-lo quando capturado pela polícia), quando diz que o ambiente ou as circunstâncias obrigam as pessoas a cometerem atos bárbaros – o que é um disparate. Se assim fosse, todos os estupros seriam justificáveis, então?
A premissa da trama e toda a gravidade que os trágicos fatos trazem são inconsistentes com o final proposto. O argumento fraco condenou o filme a um equívoco.

Avaliação: **

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Trago Comigo

País: Brasil
Ano: 2016
Gênero: Drama
Duração: 94 min
Direção: Tata Amaral
Elenco: Carlos Alberto Riccelli, Felipe Rocha e Georgina Castro.

Sinopse: Telmo (Carlos Alberto Riccelli), um diretor de teatro aposentado, foi membro da luta armada durante a ditadura militar e chegou a ser preso por seis meses por conta disso. Porém, ele não consegue se lembrar de nada desse período, além de alguns lapsos momentâneos. Para tentar reativar sua memória e descobrir o que aconteceu, ele decide criar uma peça de teatro. Contando com um jovem elenco de atores, Telmo vai reconstruir a sua própria história.
Crítica:
Avaliação: a conferir

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Doce Veneno (Un Moment d'Égarement)

País: França
Ano: 2016
Gênero: Comédia
Duração: 105 min
Direção: Jean-François Richet
Elenco: Vincent Cassel, François Cluzet, Lola Le Lann e Alice Isaaz.

Sinopse: Antoine (François Cluzet) e Laurent (Vincent Cassel) são grandes amigos que decidem fazer uma viagem juntos para a Córsega, levando também suas respectivas filhas. No entanto, o que parecia ser uma oportunidade de descanso em um lugar perfeito vira uma grande confusão quando Louna (Lola Le Lann), filha de Antoine, se apaixona por Laurent.

Crítica: uma versão piorada de uma sessão brasileira de “Malhação”. Ao retratar a “paixonite aguda” na adolescência, a trama força a barra e apela para cenas de nudez, já que não tem conteúdo nem história para contar. Aliás, nem o título adotado no Brasil ajudou. Na tradução ao pé da letra seria “Um Momento de Ilusão”, que seria mais atrativo do que “Doce Veneno”.
A trama traz 4 personagens centrais: Louna (Lola Le Lann) e Marie (Alice Isaaz), filhas, respectivamente de Antoine (François Cluzet) e Laurent (Vincent Cassel). 
O texto é péssimo, as atuações são medíocres, inclusive dos veteranos Cassel e Cluzet, postos em situações inacreditáveis.
Louna, com 17 anos, decide de qualquer maneira seduzir, Laurent, 45 anos, e o melhor amigo do seu pai. Isso causará muitos transtornos e colocará em risco a amizade dos quatro: de Antoine com Laurent e de Louna Marie.
Se a ideia era provar o valor da amizade, outros caminhos menos vexatórios poderiam ter sido selecionados pelo diretor.
O desfecho é ainda mais frustrante – como se tudo aquilo tivesse ocorrido por nada. Uma total perda de tempo no cinema.

Avaliação: *

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O Caseiro

País: Brasil
Ano: 2016
Gênero: Terror
Duração: 88 min
Direção: Julio Santi
Elenco: Bruno Garcia, Malu Rodrigues e Denise Weinberg.

Sinopse: Davi, um cético professor de psicologia, é famoso por escrever um livro que explica aparições sobrenaturais através da psicanálise. Após anos sem atender pacientes, ele viaja para o interior buscando investigar o caso de um homem que acredita que sua filha vem sendo assombrada pelo fantasma do antigo caseiro de sua propriedade, que se suicidou.

Crítica:
Avaliação: a conferir

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Doonby

País: EUA/Irlanda
Ano: 2016
Gênero: Drama
Duração: 94 min
Direção: Peter Mackenzie (II)
Elenco: John Schneider, Ernie Hudson, Robert Davi e Jenn Gotzon.

Sinopse: Sam Doonby (John Schneider) é um homem solitário que, em uma de suas viagens, resolve se estabelecer numa pequena cidade do Texas. Lá, ele consegue um emprego no único bar da cidade, chamando a atenção dos habitantes por ser um estranho forasteiro. Mas ao realizar alguns atos de heroísmo no local, ele chama a atenção de um antigo conhecido, que desperta fantasma do seu passado.

Crítica:
Avaliação: a conferir

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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Viva a França! (En mai fais ce qu’il te plait)

País: França
Ano: 2015
Gênero: Drama histórico
Duração: 114 min
Direção: Christian Carion
ElencoAugust Diehl, Olivier Gourmet, Mathilde Seigner, Alice Isaaz e Matthew Rhys.

Sinopse: em maio de 1940, as tropas alemãs estão prontas para invadir a França. Assustados com o progresso do inimigo, o povo de uma pequena vila decide desafiar as ordens do governo, fugir e desbravar rotas desconhecidas para se esconder da ameaça estrangeiras.

Críticafugindo um pouco do padrão de filmes de guerra, “Viva a França!” apresenta um vilarejo tentando se proteger dos ataques alemães. Buscam como solução inicial a partida por estradas secundárias rumo ao sul do país levando cada um o que pode e deixando todo o resto para trás.
Nesse contexto, está Hans (August Diehl), belga, do movimento da resistência aos nazistas, que foge para a França e, por estar sem documentos, acaba sendo preso e separado de seu filho Max, que fica aos cuidados de Suzanne, moradora do vilarejo.
A odisseia de fuga é muito bem sucedida, com um cenário perfeito, situações de perigo e, também, de descontração (como defesa ao terror que existe ao redor), a exploração do momento difícil por pessoas sem escrúpulos vendendo comida a preços altíssimos e até a presença de um cineasta alemão capturando imagens para seu “grande filme”.
Quando Hans é libertado da prisão pelos franceses (já que as tropas alemãs estão invadindo), ele parte em busca do seu filho.
A trama tem alguns “pulos” que acabam por ser entendidos mais adiante. Fora esses lapsos na edição, a história baseada em fatos reais comove. 

Avaliação: ***

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Marguerite

País: França
Ano: 2015
Gênero: Comédia dramática
Duração: 127 min
Direção: Xavier Giannoli
Elenco: Catherine Frot, André Marcon e Michel Fau.

Sinopse: nos anos 1920, em Paris, Marguerite Dumont é uma mulher rica, apaixonada por música e ópera. Há anos canta regularmente para seu círculo de conhecidos. Marguerite é muito desafinada, mas isso nunca ninguém lhe disse. Seu marido e seus amigos mais próximos sempre mantiveram suas ilusões. Tudo se complica no dia em que Marguerite põe na cabeça que vai cantar diante de um público de verdade na Ópera Nacional de Paris.

Crítica:
Avaliação: a conferir

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Um Homem e Uma Mulher (Une Homme et Une Femme)

País: França
Ano: 1966
Gênero: Romance
Duração: 100 min
Direção: Claude Lelouch
Elenco: Jean-Louis Trintignant, Anouk Aimée e Pierre Barouh.

Sinopse: durante uma tarde de domingo, visitando seus filhos no colégio interno, o piloto de corridas Jean-Louis Duroc e Anne Gauthier se encontram. Assim continua nos próximos fins de semana, eles vão conhecendo um ao outro e logo descobrem que ambos são viúvos, perderam seus parceiros recentemente. Depois de uma grande amizade, eles começam um relacionamento, mas a memória dos amores perdidos ainda é muito forte. Vencedor da Palma de Ouro – Festival de Cannes e do Oscar – Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Roteiro Original.

Crítica:
Avaliação: a conferir

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Lolo, o Filho da Minha Namorada (Lolo)

País: França
Ano: 2015
Gênero: Comédia
Duração: 97 min
Direção: Julie Delpy
Elenco: Julie Delpy, Dany Boom e Vincent Lacoste.

Sinopse: de férias no sul da França, Violette, sofisticada parisiense quarentona que trabalha no mundo da moda, encontra Jean-René, um modesto técnico de informática recém-divorciado. Após anos de solidão, Violette deixa-se seduzir. René junta-se a ela em Paris, tentando se adaptar ao ambiente parisiense no qual ela vive. Mas não conta com a presença de Lolo, filhinho querido de Violette, disposto a tudo para destruir o casal e conservar seu lugar de favorito.
Crítica:

Avaliação: a conferir

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Um Doce Refúgio (Comme un Avion)

País: França
Ano: 2015
Gênero: Comédia
Duração: 95 min
Direção: Bruno Podalydès
Elenco: Bruno Podalydès, Agnès Jaoui e Sandrine Kiberlain.

Sinopse: Michel é um artista gráfico que trabalha com seu irmão Remi, e sempre foi fascinado pela ideia de um dia pilotar um avião. Quando descobre que a engenharia de um caiaque é muito parecida com a de uma aeronave, compra um, sem que sua esposa saiba.

Crítica:
Avaliação: a conferir

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Um Belo Verão (La Belle Saison)

País: França
Ano: 2015
Gênero: Drama
Duração: 95 min
Direção: Catherine Corsin
Elenco: Cécile de France, Izïa Higelin e Noémie Lvovsky.

Sinopse: em 1971 a França atravessa a época da liberação sexual e o ápice do feminismo. Neste contexto, Delphine abandona sua família no interior do país para descobrir a vida intensa em Paris. Chegando à capital, conhece Carole, que vive com o namorado Manuel. Delphine e Carole se aproximam e iniciam uma história de amor.

Crítica:
Avaliação: a conferir

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Um amor à Altura (Un Hhomme à la Hauteur)

País: França
Ano: 2016
Gênero: Comédia romântica
Duração: 88 min
Direção: Laurent Tirard
Elenco: Jean Dujardin, Virginie Efira e Cédric Kahn.

Sinopse: Diane (Virginie Efira) é uma bela mulher com muito senso de humor e personalidade forte. Advogada bem sucedida, está recém-separada de um casamento que já não a satisfazia, e agora está livre para buscar a felicidade e um novo amor. Como uma ação do acaso, recebe um telefonema de Alexandre (Jean Dujardin), um charmoso arquiteto que ela não conhece, mas que encontrou o telefone celular que ela havia perdido. Um simples encontro para a devolução do telefone toma um rumo inesperado.

Crítica:
Avaliação: a conferir

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Abril e o Mundo Extraordinário (Avril et le Monde Truque)

País: França
Ano: 2015
Gênero: Animação
Duração: 95 min
Direção: Franck Ekinci e Christian Desmares
Elenco: Marion Cotillard, Philippe Katerine e Jean Rochefort.

Sinopse: 1941. O mundo está radicalmente diferente daquele descrito e conhecido pela História. Napoleão V reina na França, onde, assim como no resto do mundo, há 70 anos os cientistas estão desaparecendo misteriosamente. O universo francês é mergulhado numa era pré-industrial, centrada no uso do carvão, onde não há rádio, televisão, eletricidade, aviação, motor à combustão. É nesse mundo estranho que a jovem, Abril, parte em busca de seus pais, cientistas desaparecidos, em companhia de Darwin, seu gato falante, e de Julius, jovem vigarista das ruas. Esse trio deverá enfrentar os perigos e os mistérios desse mundo extraordinário. Quem sequestrou os cientistas no passado? Que finalidade sinistra há por trás desse desaparecimento?

Crítica:
Avaliação: a conferir

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Big Jato

País: Brasil
Ano: 2016
Gênero: Comédia dramática
Duração: 93 min
Direção: Cláudio Assis
Elenco: Matheus Nachtergaele, Rafael Nicácio e Marcelia Cartaxo.

Sinopse: o menino Francisco passa os dias a acompanhar o pai (Matheus Nachtergaele) no trabalho, ou melhor, nas estradas. O homem é motorista do imponente Big Jato, um caminhão-pipa utilizado para limpar as fossas da cidade sem saneamento básico. Mas o garoto está mais interessado nas ideias do tio, um artista libertário e anarquista. À medida que descobre o primeiro amor, Chico percebe a vocação para se tornar poeta.

Crítica:
Avaliação: a conferir

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Mais Forte Que o Mundo – A História de José Aldo

País: Brasil
Ano: 2016
Gênero: Biografia
Duração: 115 min
Direção: Afonso Poyart
Elenco: José Loreto, Cleo Pires e Jackson Antunes.

Sinopse: nascido e criado em Manaus, José Aldo (José Loreto) precisa lidar com a truculência do pai, Seu José (Jackson Antunes), que além de se embebedar constantemente ainda por cima bate na esposa, Rocilene (Cláudia Ohana), com frequência. Enfrentando constantemente seus demônios internos, Aldo encontra na luta sua válvula de escape. Acreditando em seu futuro como lutador, ele aceita se mudar para o Rio de Janeiro e morar de favor no pequeno alojamento de uma academia. Lá ele recebe o apoio do amigo Marcos Loro (Rafinha Bastos) e conhece Vivi (Cleo Pires), uma jovem que vai constantemente à academia. Precisando ralar um bocado para se manter, Aldo enfim consegue um voto de confiança do treinador Dedé Pederneiras (Milhem Cortaz), iniciando assim sua carreira no mundo do MMA.

Crítica:
Avaliação: a conferir 

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Mundo Deserto de Almas Negras

País: Brasil
Ano: 2016
Gênero: Policial
Duração: 93 min
Direção: Ruy Veridiano
Elenco: Sidney Santiago, Naruna Costa e Janaína Leite.

Sinopse: em uma São Paulo em que o centro é negro e a periferia branca, Oscar, um jovem advogado, planeja entrar em um presídio com celulares escondidos, mas é assaltado no trânsito e torna-se alvo de uma busca implacável.

Crítica:
Avaliação: a conferir

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Tini – Depois de Violetta (Tini: El Gran Cambio de Violetta)

País: Argentina
Ano: 2016
Gênero: Musical, Comédia
Duração: 95 min
Direção: Juan Pablo Buscarini
Elenco: Martina Stoessel, Jorge Blanco e Mercedes Lambre.

Sinopse: inspirado na aclamada série do Disney Channel, o filme narra uma nova fase na vida de Violetta (Martina Stoessel). Em crise no relacionamento com León (Jorge Blanco), e cansada da vida atarefada de celebridade, ela decide se aposentar e passar um tempo na Itália, procurando sua verdadeira identidade. Enquanto conhece novos amigos e um novo pretendente, Violetta descobre segredos sobre seu passado, e estabelece novos rumos para o futuro.

Crítica:
Avaliação: a conferir

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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Meu Rei (Mon Roi)

País: França
Ano: 2015
Gênero: Drama
Duração: 128 min
Direção: Maïwenn
Elenco: Vincent Cassel, Emmanuelle Bercot e Louis Garrel.

Sinopse: depois de um grave ferimento no joelho, Tony (Emmanuelle Bercot) se muda para o sudoeste francês para realizar um longo tratamento capaz de ajudá-la a caminhar normalmente. Mas esta não é a sua maior dor: ela ainda amarga um relacionamento infeliz com Georgio (Vincent Cassel), homem violento e possessivo com quem tem um filho. Aos poucos Tony consegue se recompor e aprende a se defender.

Crítica: o tema da complexidade das relações humanas não é novidade no cinema, mas temos que reconhecer o talento da diretora Maïwenn (de Polissia, de 2011; e O Amor é um Crime Perfeito, de 2013) em saber retratar isso de forma tão palpável.
O foco é o casal Tony (Emmanuelle Bercot) e Georgio (Vincent Cassel). Uma paixão avassaladora até que as primeiras decepções comecem a surgir Tony já tinha saído de um relacionamento ruim e não esperava sofrer mais ainda. Uma ex-namorada (de tendências suicidas) de Georgio está sempre no caminho, o filho deles nasce (o que ligará Tony a Georgio para sempre) e o temperamento completamente instável do parceiro parecem selar o final da relação. Idas e vindas, ausências, traições, violência, sentimentos confusos – tudo faz da vida de Tony um inferno. E ela não consegue se ver livre disso. A avalanche de problemas invade sua saúde, sua vida profissional, a relação com o irmão.
Ela o ama de verdade, mas o amor não basta. A edição quanto aos acontecimentos e à passagem do tempo (nem sempre linear) é um dos grandes méritos do longa. Talvez tenha pecado apenas na duração, porém nada que impeça o propósito da trama, que se destaca pela maturidade dos diálogos extremamente naturais e pela performance dos atores, em perfeita sintonia.

Avaliação: ****

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Chocolate (Chocolat)

País: França
Ano: 2015
Gênero: Biografia
Duração: 120 min
Direção: Roschdy Zem
ElencoOmar Sy, James Thiérrée, Thibault de Montalembert, Alice de Lencquesaing, Noémie Lvovsky, Clotilde Hesme, Olivier Gourmet e Frédéric Pierrot.

Sinopse: o jovem negro Rafael Padilha (Omar Sy) nasceu em Cuba em 1868 e foi vendido quando ainda era criança. Anos depois ele consegue fugir e é encontrado nas docas por um palhaço que o coloca nas suas apresentações. Em seguida, Padilha passa a ser conhecido como Chocolat, tornando-se o primeiro artista circense negro na França, um grande sucesso no final do século XIX.

Crítica: uma biografia tragicômica do primeiro palhaço negro a fazer sucesso na França. Convidado por um palhaço branco que o viu interpretando um “canibal” num circo pequeno no interior do país, juntos começam a fazer sucesso, passando de cidade em cidade, até serem descobertos por um empresário, dono de um grande circo, em Paris.
Lá, os espetáculos lotam. A “novidade” agrada os parisienses. Diferentes em tudo, a dupla parece não ser problema. Footit (o branco interpretado por James Thiérrée, em ótima atuação) cria as situações, mas acredita no talento do seu parceiro, é sério, discreto, calmo e tem um ar até aristocrático. Chocolat, que nunca teve nada na vida, filho de escravos, tendo fugido e encontrado refúgio na França, gosta de mulheres e das noitadas, bebe e fuma, além de gastar todo o dinheiro em roupas caras, carros e apostas.
A ascensão meteórica começa a dar sinais de queda. A inveja, o preconceito, a maldade. Tudo isso faz com que descubram que ele não tem documentos. Passa, então, uma semana na prisão. Seu parceiro de cela é um idealista e alerta Chocolate para o fato de estar sendo explorado.
Ao sair, rompe com Footit e tenta provar que pode ser um ator de teatro. Incentivado pela enfermeira Marie Hecquet (interpretada por Clotilde Hesme) por quem se apaixona e com quem ele viverá até a morte, lê e estuda a obra de Shakespeare. Seu personagem será Otelo.
Mas o mundo ainda não está preparado para vê-lo e respeitá-lo no palco. A descida de Chocolate ao fundo do poço é desoladora. Morre antes dos 50 anos, trabalhando como faxineiro em um circo. Isso é em 1917, tempo de guerra, o que também nada contribuiu para o futuro que sonhava para si.
O filme mostra como era cruel a realidade dos negros naquela época, é a prova do que não aceitar as pessoas ou não saber conviver com as diferenças pode ser destrutiva.   
O interessante é que as pessoas à sua volta não compreendiam seus questionamentos, alegando que nenhum negro havia feito tanto sucesso até então, e que ele deveria estar feliz e satisfeito por isso, afinal era “mais do que suficiente”. Ou seja, na condição de palhaço “surrado e chutado” no palco, ele era perfeitamente aceito, mas fora disso, na sociedade não. Jamais com os mesmos direitos.
No final, surge uma curta filmagem com o verdadeiro Chocolat.

Avaliação: ***

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Agnus Dei (Les Innocentes)

País: França
Ano: 2015
Gênero: Drama
Duração: 110 min
Direção: Anne Fontaine
Elenco: Lou de Laâge, Vincent Macaigne e Agata Buzek.

Sinopse: Polônia, dezembro de 1945. Mathilde Beaulieu, uma jovem médica da Cruz Vermelha encarregada de tratar sobreviventes franceses antes de serem repatriados, é chamada para socorrer uma freira polonesa. Relutante no início, concorda em ir ao convento, onde trinta freiras Beneditinas vivem afastadas do mundo exterior. Mathilde descobre que várias freiras, que engravidaram em circunstâncias dramáticas, estão a ponto de dar à luz. Aos poucos, surge entre a ateia e racionalista Mathilde e as freiras, ligadas às regras de sua vocação religiosa, relações complexas que aguçadas pelo perigo as tornarão cúmplices para um novo encontro com suas próprias vidas.

Crítica: a trama, baseada em fatos reais, é comovente. Não só pela história em si, mas pela excelente interpretação do elenco.
Aos poucos, vamos tomando conhecimento do que se passou no convento, dos horrores a que foram submetidas as freiras. Várias estão grávidas por terem sido estupradas por soldados alemães e russos, várias vezes.
A vergonha e a dor pelo ocorrido são indescritíveis. Aceitação e rejeição pelos filhos que nascem caminham lado a lado. A madre superior proíbe que as mães fiquem com eles e, supostamente, seriam doados para as famílias. No entanto, os familiares desconhecem o ocorrido. E a verdade vem à tona.
Apenas a médica (interpretada por Lou de Laâge) poderá salvar as próximas crianças. Primeiramente, renunciada por ser ateia, acaba conquistando a confiança das freiras. Algumas sem fé ou esperança, encontram forças na sua coragem (ela descumpre ordens e visita as irmãs quando não está trabalhando no hospital). A convivência delas é um aprendizado.

Avaliação: ***

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Florida

País: França
Ano: 2015
Gênero: Comédia dramática
Duração: 110 min
Direção: Philippe Le Guay
Elenco: Jean Rochefort, Sandrine Kiberlain e Anamaria Marinca.

Sinopse: aos 80 anos, Claude Lherminier (Jean Rochefort) já não é mais o grande industrial de antigamente. Aposentado, ele sofre com a perda de memória, e não consegue viver sem a ajuda de enfermeiras. Mesmo assim, insiste em morar sozinho, afugentando todos que tentam ajudá-lo. A filha Carole (Sandrine Kiberlain) não quer colocá-lo num asilo, mas se preocupa com as manias e obsessões do pai. Em especial, Claude não para de falar na visita da outra filha, Alice, que não vem vê-lo há quase dez anos.

Crítica: um filme leve, mas nem por isso despretensioso. Aborda, com bastante inteligência, a questão da idade e da morte próxima, sem se tornar pesado, sombrio ou enfadonho.
Aqui, Claude Lherminier (o competente Jean Rochefort) tem Alzheimer e é cuidado pela filha Carole (Sandrine Kiberlain) que divide sua existência entre a direção da empresa (que era do pai), os cuidados com ele, o filho que está prestes a entrar na faculdade e a difícil vida amorosa. Suas maiores dificuldades são contratar alguém que seja enfermeira e “babá” do pai e driblar as perguntas dele sobre a outra filha, que já está morta e que ele não se recorda.
A dupla “humor e sarcasmo” caminha bem na trama, com diálogos muito inspirados e ótimas atuações.
É difícil medir nossa disposição, paciência e tempo para ajudar, mesmo para a pessoa que amamos. Até quando podemos, de fato, ser úteis? Quando é o momento de pedir auxílio ou buscar uma solução para a qual tentamos não ver ou que adiamos até o último instante?
“Florida” contempla isso com muita sabedoria.

Avaliação: ***

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