terça-feira, 21 de outubro de 2014

Mesmo Se Nada Der Certo (Begin Again)

País: EUA
Ano: 2014
Gênero: Romance
Duração: 94 min
Direção: John Carney
Elenco: Keira Knightley, Mark Ruffalo, James Corden, Catherine Keener, Adam Levine, Hailee Steinfeld e Yasiin Bey.

Sinopse: uma cantora se muda para Nova Iorque, mas logo após chegar no local, seu namorado americano decide terminar o relacionamento. Em plena crise, ela começa a cantar em bares, até ser descoberta por um produtor de discos, certo de que ela pode se tornar uma estrela.

Crítica: John Carney, que também dirigiu o indie deprê Apenas Uma Vez (2006), gosta de falar da vida e do amor. Aqui ele retrata a superação de uma fase difícil do relacionamento: o término.
Primeiramente, somos apresentados aos personagens Steve (James Corden), que toca em um bar qualquer de Nova York e Gretta (Keira Knightley), sua amiga tímida que está ali e é convidada a tocar uma das músicas que compôs.
Sua apresentação não parece empolgar muito o público, com exceção do decadente produtor musical Dan (Mark Ruffalo) que, ao ouvir o som já imagina os arranjos musicais que tornariam a canção um sucesso. O interessante é que a mesma cena é repetida duas, três vezes, mostrando a sequência sob novos pontos de vista e revelando o motivo dos três se encontrarem no mesmo bar naquela determinada noite.
Ao procurar ajuda da gravadora que ajudou a montar, mas da qual foi demitido, por não mais compartilhar das mesmas ideias quanto a gêneros musicais, ele não recebe a ajuda que esperava. Decide, então, fazer gravações nas ruas e, depois, postá-las na internet.
Conta com a ajuda de amigos que ajudou anteriormente na carreira, músicos estudantes e até de sua filha Violet (Hailee Steinfeld), com quem tinha uma relação distante após o fim do casamento com Miriam (Catherine Keener).
Em meio a isso tudo, conflitos amorosos entre Dan e Miriam e Greta e Dave (Adam Levine), um pop star que a abandonou. A história acerta ao não forçar um romance entre a jovem cantora e seu produtor musical, o que soaria “piegas” e fora de propósito aqui.
Mark Ruffalo, mais uma vez, está super à vontade no papel. Os coadjuvantes ajudam na trama leve e que traz músicas boas de ouvir, sobretudo as letras. No entanto, quem faltou estar mais sintonizada com o personagem foi Keira Knightley, que não se livra dos seus trejeitos e caretas usuais, e parece estar travada em algum lugar que não a liberta para ser mais natural em cena.
Mesmo assim, a trama é bonitinha, bem produzida, e vale o ingresso.

Avaliação: ***

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